Oligo Security levanta US$ 50 milhões para impedir ataques cibernéticos baseados em aplicativos

Por 

Yulia Karra 24 de março de 2025

A startup israelense usa tecnologia própria para detectar vulnerabilidades em tempo real e proteger softwares nativos da nuvem.


🔐 Segurança cibernética para a era da nuvem

A Oligo Security, fundada em Israel em 2022, acaba de levantar US$ 50 milhões em uma rodada Série B, somando US$ 80 milhões em investimentos totais desde sua criação.

A empresa desenvolveu uma plataforma especializada em proteger aplicativos contra ataques cibernéticos, identificando e neutralizando vulnerabilidades em tempo real, especialmente em ambientes nativos da nuvem.


📈 Alta demanda por proteção de aplicativos

Segundo dados do setor, os ataques a software nativo da nuvem triplicaram no último ano, criando uma corrida por soluções eficazes de segurança.

A plataforma da Oligo oferece inspeção profunda em tempo de execução, analisando o comportamento do aplicativo, bibliotecas de código e funções específicas, e interrompendo ataques antes que sejam bem-sucedidos.

“Construímos a Oligo para ver mais profundamente em qualquer aplicativo do que nunca”, disse o CEO Nadav Czerninski. “Identificamos vulnerabilidades críticas e interrompemos qualquer tentativa de exploração.”

Ele fundou a empresa junto com Gal Elbaz e Avshalom Hilu.


🤝 Investidores e visão de futuro

A rodada foi liderada pela Greenfield Partners, com apoio da Red Dot Capital, Strait Capital e investidores anteriores como Ballistic Ventures, Lightspeed Venture Partners e TLV Partners.

Para Avery Schwartz, sócio da Greenfield, a Oligo oferece um diferencial claro:

“Com o Oligo, a adivinhação acabou. Agora é possível focar apenas nas vulnerabilidades que representam risco real.”


Um novo “Projeto Manhattan” para dominar a energia de fusão?

Artigo publicado no site GATESTONE INSTITUTE

por 
Lawrence Kadish

Resumo do blog
O autor Lawrence Kadish propõe que os Estados Unidos lancem um programa estratégico de energia de fusão inspirado no Projeto Manhattan da Segunda Guerra Mundial. Ele argumenta que, enquanto o mundo está distraído com conflitos e política internacional, a China está silenciosamente tomando a dianteira em pesquisas sobre fusão, investindo até US$ 1,5 bilhão por ano.

A preocupação gira em torno da possibilidade de a China patentear tecnologias-chave e dominar um setor que poderá definir a liderança global do século XXI: a produção de energia limpa, ilimitada e sustentável por meio da fusão nuclear.

Kadish faz um apelo ao presidente Donald Trump  para que encarem a fusão como uma prioridade estratégica nacional, antes que seja tarde demais.

Leia o artigo original

lhttps://www.gatestoneinstitute.org/21465/manhattan-project-for-fusion-energy

🌍 Para traduzir , clique com o botão direito do mouse e selecione “Traduzir para o português”

No caso de celular os 3 pontinhos no canto superior direito

. Nota do blog: Qual a diferença entre fusão e fissão nuclear?

Fissão nuclear é o processo usado nas usinas nucleares atuais. Nele, um núcleo atômico pesado (como o urânio) é dividido em dois núcleos menores, liberando energia — e também resíduos radioativos.

Fusão nuclear, por outro lado, é o processo que ocorre naturalmente no Sol. Ele funde dois átomos leves (como hidrogênio) para formar um átomo mais pesado, liberando muito mais energia, com menos resíduos e sem risco de colapsos como em Chernobyl.

É por isso que a fusão é considerada o “Santo Graal” da energia limpa — e motivo de disputas tecnológicas entre países como EUA e China.