Aquisição Bilionária e a Resiliência da Equipe

A Apple compra startup israelense, supostamente por US$ 2 bilhões, que lê ‘micromovimentos’ faciais.
Em sua segunda maior aquisição da história, a gigante de tecnologia americana adquire a Q.ai em meio a um esforço para entrar no mercado de wearables; 30% dos funcionários da empresa foram convocados para o serviço militar na reserva em 7 de outubro.
Tecnologia de Micromovimentos Facial
A Q.ai mantém sigilo público sobre sua tecnologia, mas patentes registradas mostram que ela está sendo usada em fones de ouvido ou óculos que utilizam “micromovimentos da pele facial” para comunicação não verbal, de acordo com o Financial Times
O vice-presidente de hardware da Apple, Johnny Srouji, afirmou em um comunicado que a startup está “criando novas e criativas maneiras de usar imagens e aprendizado de máquina”.
O Futuro dos Dispositivos “Vestíveis
Essa mudança pode ser parte da estratégia da Apple para produtos “vestíveis”, como óculos inteligentes. Segundo relatos, softwares que leem expressões faciais podem abrir caminho para uma interface de usuário sem o uso das mãos, que não exige falar em voz alta.
Tom Hulme, que dirige a GV (antiga Google Ventures), uma das principais investidoras da Q.ai, escreveu em uma postagem no blog sobre a aquisição: “Por décadas, fomos forçados a falar a língua da máquina: aprendendo a digitar, clicar e deslizar. Mas acreditamos que estamos no meio de uma nova revolução tecnológica: uma era em que a máquina finalmente aprende a nos entender.”
O Histórico de Sucesso entre Aviad Maizels e a Apple
Entre os outros investidores da Q.ai estão a Kleiner Perkins, a Spark Capital e a Exor, segundo o Financial Times.
A startup, fundada em 2022, é liderada por Aviad Maizels, cujo projeto anterior, PrimeSense, também foi adquirido pela Apple em 2013 e foi fundamental para o desenvolvimento do software de reconhecimento facial desta última.
Texto original THE TIMES OF ISRAEL
Com informações de Startup Nation Central













