O Prof. Hadar Ben-Yoavchefe do seuLaboratório de Nanobioeletrônica da BGU, Biomédica da Universidade Ben-Gurion, descreve sua invenção de forma curiosa: o sensor funciona como uma “língua eletrônica” que reconhece o “sabor” químico do câncer no plasma sanguíneo.
Diferente das colonoscopias, que são invasivas, a tecnologia OncoRedox analisa o “estado redox” (equilíbrio de oxidação) do corpo. Em estudos de prova de conceito, a precisão foi de 94%. O projeto, que levou mais de 10 anos para ser desenvolvido, contou com a expertise clínica do Prof. Gal Markel e parcerias com o Sheba Medical Center.
O dado de mercado: Enquanto testes de DNA fecal custam centenas de dólares, o custo de produção do OncoRedox é inferior a US$ 10, tornando o rastreamento em massa uma realidade possível para sistemas de saúde pública.
Texto original BEN GURION UNIVERSITY